Os Malefícios dos Salgadinhos

Cada vez está se tornando mais popular se deparar com crianças com problemas de diabetes, colesterol elevado, excesso de peso e até mesmo hipertensão. E um dos motivos para a elevação da pressão arterial tão cedo é o grande consumo de sódio, que está presente de forma exagerada nos industrializados, principalmente nos salgadinhos de pacotes, tão desejado pelas crianças. Os salgadinhos de pacote são feitos em processos automatizados, sem contato manual. Entre as dezenas de tipos que existem, a gente escolheu os quatro mais populares para detalhar a fabricação: os salgadinhos fritos, os assados, os extrusados (aqueles tipo “isopor”) e as batatas fritas. As imbatíveis batatinhas, aliás, são as ancestrais mais antigas na breve história dos snacks. Desejados pelas crianças. Os salgadinhos podem ser deliciosos, mas são cheios de “calorias vazias”, ou seja, engordam e trazem poucos nutrientes.

 

Os Males do Salgadinho para a saúde

Os problemas: Por conter uma série de produtos químicos, o salgadinho de milho pode provocar alergias. Além disso, um pacote, 63 gramas, deste alimento contém 17% do Valor Diário de sódio. Quando ingerido em excesso o sódio está associado ao aparecimento de pressão alta e doenças renais. O pacote do salgadinho  inclusive possui Valor Diário de 32,5% de gorduras totais e 10,3% de gorduras saturadas.

Alguns aditivos e os efeitos colaterais dos conservantes 

Antioxidantes: são compostos que previnem a deterioração dos alimentos por mecanismos oxidativos. A oxidação é associado com a adição de um átomo de oxigênio ou a remoção de um átomo de hidrogênio das moléculas que constituem os alimentos. Os mais utilizados são ácido benzoico, nitratos e nitritos. Podem provocar alergia, distúrbios gastrointestinais, dermatite, elevação de mutações genéticas, hipersensibilidade, câncer gástrico e do esôfago.

Corantes: podem ser naturais ou sintéticos esses, normalmente em pó ou em grãos, são tóxicos. Como a concentração utilizada é muito pequena, não chega a ser preocupante. Mesmo assim, certos corantes permitidos no Brasil (a exemplo do Allura) foram proibidos em vários países (como o Canadá), porque podem provocar reações alérgicas, convulsões e câncer.

Espessantes ou estabilizantes: a essencial função é elevar a viscosidade do produto final, bem como estabilizar emulsões. A formação e a estabilização de espuma em diversos produtos também são efeitos desses aditivos. Podem causar irritação da mucosa intestinal e ação laxante.

Umectantes: responsáveis por manter o alimento úmido e macio. No coco ralado, por exemplo, é acrescentada glicerina. Nos marshmallows, adiciona-se monoestearato Glicério. Podem provocar distúrbios gastrointestinais e da circulação pulmonar.

Acidulantes (ácido acético): aumentam a acidez, ou simplesmente dão ou intensificam o sabor ácido. Pode auxiliar na conservação, por atenuar o aparecimento de certos microrganismos ao aumentar o Ph do meio. Aumentam ainda a eficácia de conservantes. Quando utilizados demasiadamente, podem causar cirrose hepática, descalcificação dos dentes e dos ossos.

Flavorizantes: são responsáveis por dar ao produto industrializado sabor característico ao in natura. Podem provocar câncer e alergias.

Gorduras trans: é a gordura vegetal transformada em gordura sólida. Também conhecida como óleo hidrogenado, é utilizada para dar “crocância” e consistência aos produtos industrializados. provoca obesidade, câncer de mama e doenças cardiovasculares, em decorrência da elevação do colesterol ruim e da redução do colesterol bom.

Agentes adoçantes: estão presentes em produtos destinados a consumidores que necessitam de restrição calórica, portadores de diabetes ou pessoas que têm problemas ao consumir certos açúcares. Os mais utilizados na indústria são o aspartame e os elaborados a partir de ciclamato de sódio e sacarina sódica, que podem causar câncer, o que aconteceu com estudos em ratos. Por isso, embora vendidos livremente no Brasil, foram proibidos nos EUA, ainda que sem testes em seres humanos.

Material escolar e uniforme

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Homenagem: Padre Serafín Martínez Gutiérrez

Padre Serafín Martínez Gutiérrez
(12/10/1925 – 04/11/1995)

Prefeitura do Município de São Paulo – Gabinete do Prefeito

Dispõe sobre denominação de Escola Municipal de Ensino Fundamental: Gilberto Kassab, Prefeito do Município de São Paulo no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por lei, decreta:

Art. 1º – Fica denominada Escola Municipal de Ensino Fundamental Padre Serafín Martínez Gutiérrez a Escola Municipal de Ensino Fundamental Conjunto Habitacional Padre José de Anchieta, criado pelo Decreto nº 49.649, de 19 de junho de 2008, vinculada à Diretoria Regional de Educação da Penha da Secretaria Municipal de Educação.

O decreto do Prefeito de São Paulo é uma justa homenagem a quem de forma serena e digna, sempre esteve presente na missão agostiniana, não só no Brasil, onde teve reconhecida ação evangelizadora, como também na Espanha.

Padre Serafín nasceu em Castro de Cepeda (Província de León, na Espanha) em 12 de outubro de 1925. Foi ordenado sacerdote em 1949, e desembarcou no Brasil em 1954.

Após longa caminhada como sacerdote e educador, chegou ao Colégio Agostiniano São José em 1965. Aqui, lecionou, trabalhou em funções administrativas ao mesmo tempo que exercia o cargo de Conselheiro Superior do Vicariato da Província de Castela no Brasil. Em 1993, assumiu a Direção do Colégio Agostiniano São José. Gestão bastante breve, pois veio a falecer em 04 de novembro de 1995.

Apesar da experiência e dos extensos conhecimentos, era uma pessoa bastante acessível e humilde. Equilibrado nos julgamentos, nas palavras e nos gestos, deixou saudades nas comunidades religiosas e educativas que tiveram o privilégio de tê-lo como amigo sábio e prudente.

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Homenagem: Padre Matías Boñar

Exemplo de dedicação a Deus e aos irmão

A Vida
Nascia em Ruiforco de Torio, León (Espanha), aos três dias do mês de fevereiro de 1909 o filho da Senhora Carmen González e Agustín Boñar, menino que receberia na pia batismal da Igreja São Julián, na mesma cidade, em cinco de fevereiro de 1909 o nome de Matías, Matías Boñar González. Mal sabiam seus pais, naquela ocasião, que aquele bebê tão querido tornar-se-ia o bom homem que seria por todos tão respeitado e amado.

Filho de família temente a Deus, Matías cresceu junto aos seus irmãos como uma criança normal, mas havia nele algo diferente, uma luz própria das pessoas predestinadas a uma existência voltada ao bem dos semelhantes e ao consolo dos corações sem esperança.

O tempo foi passando para o menino Matías, que, decidido a entregar-se à vida religiosa, consagrou-se à Nossa Senhora aos 15 anos de idade. Tece seu apostolado marcado pela imensa devoção que a Ela dedicava , levando a fé na Virgem às pessoas que buscavam bênçãos e conforto nas horas de infortúnio. Fez seus estudos de Filosofia e Teologia na cidade de Colahorra – Logroño (Espanha), ordenando-se sacerdote em 1931.

A partir daí veio construindo sua vida sacerdotal, sempre aprofundando seus conhecimentos evangélicos, buscando conhecer a essência da religião católica, levando por onde passasse a palavra de Deus, fazendo brotar nas pessoas o temor ao Pai e o amor ao próximo. Teve uma vida sacerdotal bastante ativa, não só em sua terra natal, como também no Brasil, vindo a ser um dos pioneiros na fundação do Vicariato Regional da Província de Castella, que conta atualmente com 71 anos de existência.

As Obras
A seguir vamos expor um breve relato das passagens mais significativas da vida sacerdotal de Padre Matías, embora por mais que se pretenda ser fiel, longe ficará de demonstrar, através de datas e fatos, o real valor e a grandiosidade das obras por ele realizadas.

1933 – 1939
Chega ao Brasil, em 03/02/1933, como integrante de um pequeno grupo de religiosos agostinianos da Província de Castella que, buscando ambiente mais propício à divulgação do trabalho de apostolado e educação (comprometidos na Espanha, devido a perseguição imposta aos religiosos pelo regime político vigente), aceitou o convite dos Padres Agostinianos Recoletos, que ofereceram paróquias regidas pela Arquidiocese de São José do Rio Preto. Coube, na época, ao jovem sacerdote Matías a Paróquia de Ariranha, que em condições precárias foi reformada e substituída posteriormente por uma nova igreja. Trabalho difícil que exigiu do religioso muito sacrifício e espírito de abnegação, dada a dificuldade financeira para tal empreitada. Em 1939, volta à Espanha e, na cidade de Calahorra, desempenha as funções de Administrador, Conselheiro de Província, Mestre em Teologia e Professor de Moral no Seminário da cidade, permanecendo assim até 1951.

1951 – 1957
Em 1951, retorna ao Estado de Goiás como Vicário Geral, exercendo, na época a função de Pároco da Cidade de Jataí. Três anos mais tarde assumiu as mesmas funções na Paróquia de Rio Verde. Paralelamente, embrenhou-se pelo interior do Estado como missionário. Vida difícil e cheia de desafios, mas com garra foi vencendo as distâncias, às vezes empoeiradas, às vezes lamacentas, a cavalo ou em ônibus de precárias condições, que aos solavancos chegava a lugarejos carentes de assistência de sacerdotes. Ali, além das palavras do evangelho, levava os Sacramentos e orientações gerais, deixando, quando partia, pessoas agradecidas e cheias do Espírito Santo.

1957 – 1967
Como a comunidade de religiosos agostinianos era pequena no Brasil, houve a unificação do Viacariato de Goiás com o de São Paulo, centralizando na Capital Paulista, em uma só sede as atividades religiosas, partindo dela as orientações para outras cidades. Assumiu assim o cargo de Superior do Vicariato nesta nova fase, período bastante trabalhoso para o homem empreendedor, que teve sob sua responsabilidade duas grandes propostas, apesar da situação financeira bastante adversa na ocasião:

O início da construção da Paróquia São Carlos Borromeu, projeto arrojado e de dimensões grandiosas, bem de acordo com o porte da Comunidade do Belém.

A construção do Colégio Agostiniano São José, que representou a marca do Apostolado Agostiniano de Ensino na Comunidade Paulistana.

O imóvel escolhido foi o prédio da Indústria “Moinho Santista”, localizado à Rua Marquês de Abrantes, 365. As primeiras negociações foram infrutíferas. Anos mais tarde, sob os cuidados do Padre Matías, reiniciaram-se as negociações. Com paciência, perseverança e fé em São José, a transação efetivou-se em condições especiais, bem acessíveis iniciando-se assim as reformas para adaptação do imóvel em escola, que desde 1960 não parou de crescer.

1967 – 1969
Retorna a Goiânia exercendo o cargo de Vigário Paroquial, voltando a São Paulo em 1969, onde se estabelece até 2004, trabalhando com muita dedicação em todos os setores em que era solicitada sua presença. Padre Matias desempenhou com a mesma garra e dedicação tanto funções que exigiam voz de comando como as mais simples, sem nunca esmorecer e com bastante humildade.

1969 – 1973
Superior do Centro Agostiniano, quando dirigiu, como Diretor Espiritual, os Cursilhos de Cristandade e várias atividades pastorais em São Paulo.

1973 – 1978
Reitor do Seminário Agostiniano Santo Agostinho em Bragança Paulista.

1978 – 1981
Superior e Vigário Paroquial do Santuário Santo Antônio em Campinas.

1982 – 1985
Vigário Paroquial da Paróquia São Carlos Borromeu em São Paulo.

1986 – 1989
Vigário Paroquial do Santuário Santo Antônio.

1989 – 1993
Trabalho pastoral no Colégio Agostiniano Mendel.

1993 – 1996
Vigário Paroquial, trabalhando com a pastoral dos enfermos e famílias da Paróquia São Carlos Borromeu.

1996 – 2000
Trabalho pastoral de assistência aos enfermos e famílias do Colégio Agostiniano São José.

2000 – 2004
Administrador do Colégio Agostiniano São José, sempre atendendo à pastoral dos enfermos e famílias, sua atividade prioritária.

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Jubileu – Homenagem Câmara Municipal de SP

Colégio Agostiniano São José é homenageado

A Câmara Municipal de São Paulo, dia 19 de Março, conferiu ao Colégio Agostiniano São José uma homenagem pelo seu Jubileu de Ouro.

Momento emocionante que reuniu a Comunidade Educativa de cinco décadas. Pessoas que testemunham mais um momento histórico na trajetória do Colégio.

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ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA.

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5 DICAS PARA ESCOLHER A ESCOLA PARA SEUS FILHOS.

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A Relação Família e Escola

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High School Program

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Educação Infantil

30/01/2017

Reunião de Pais e Mestres (sem a presença dos alunos)

ALUNOS VETERANOS

31/01/2017 – Início da Adaptação

  • Manhã e Semi-Integral Manhã: 7h30min às 9h
  • Tarde e Semi-Integral Tarde: 13h30min às 15h
  • Integral: 7h30min às 14h

 

01/02/2017 – Adaptação

  • Manhã e Semi-Integral Manhã: 7h30min às 9h
  • Tarde e Semi-Integral Tarde: 13h30min às 15h
  • Integral: 7h30min às 14h

 

02 e 03/02/2017 – Adaptação

  • Manhã e Semi-Integral Manhã: 7h30min às 9h
  • Tarde e Semi-Integral Tarde: 13h30min às 15h
  • Integral: 7h30min às 18h

ALUNOS NOVOS

31/01/2017 – Início da Adaptação

Módulo 1: Horário entregue pela orientação na 1ª reunião

  • Manhã e Semi-Integral Manhã: 10h às 11h30min
  • Tarde e Semi-Integral Tarde: 15h30min às 17h
  • Integral:
    Módulo 1: Horário entregue pela orientação na 1ª reunião
    Módulo 2 / 3 / 4: 10h às 14h

 

01/02/2017 – Adaptação

Módulo 1: Horário entregue pela orientação na 1ª reunião

  • Manhã e Semi-Integral Manhã: 10h às 11h30min
  • Tarde e Semi-Integral Tarde: 15h30min às 17h
  • Integral:
    Módulo 1: Horário entregue pela orientação na 1ª reunião
    Módulo 2 / 3 / 4: 10h às 14h

 

02 e 03/02/2017 – Adaptação

Módulo 1: Horário entregue pela orientação na 1ª reunião

  • Manhã: 10h às 12h
  • Semi-Integral Manhã: 10h às 14h
  • Tarde e Semi-Integral Tarde: 15h30min às 18h
  • Integral:
    Módulo 1: Horário entregue pela orientação na 1ª reunião
    Módulo 2 / 3 / 4: 10h às 18h
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Ensino Fundamental I

30/01/17 – Reunião de Pais e Mestres

ALUNOS VETERANOS E NOVOS

30/01/17 – Início do Ano Letivo

  • Ensino Fundamental I (1º Ano) – UNIDADE III
    Os alunos entrarão e sairão junto com os pais no horário da reunião e deverão estar uniformizados.
    Manhã: 10h30 às 11h30 – Tarde: 16h30 às 17h30
  • Ensino Fundamental I (2º ao 5º Ano) – UNIDADE I
    Os alunos terão uma aula inaugural e cumprirão o horário regular.
    Manhã: 7h15 às 11h45 – Tarde: 13h15 às 17h45

 

31/01/17 – Início das Aulas – Período Normal

  • Ensino Fundamental I (1º Ano)
    Manhã: 7h30 às 12h – Tarde: 13h30 às 18h
  • Ensino Fundamental I (2º ao 5º Ano)
    Manhã: 7h15 às 11h45 – Tarde: 13h15 às 17h45

 

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Ensino Fundamental II

ALUNOS VETERANOS E NOVOS

30/01/17 – Início do Ano Letivo

  • Ensino Fundamental II (6º ao 9º Ano)  
    Os alunos terão uma aula inaugural das 7h às 9h30

 

31/01/17 – Início das Aulas – Período Normal

  • Ensino Fundamental II (6º ao 9º Ano)
    Manhã: 7h às 12h10

Observação: A reunião com os pais será marcada posteriormente pelos Orientadores.

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Ensino Médio

ALUNOS VETERANOS E NOVOS

30/01/17 – Início do Ano Letivo

  • Ensino Médio (1ª a 3ª Série) Os alunos terão uma aula inaugural das 7h às 9h30

 

31/01/17 – Início das Aulas – Período Normal

  • Ensino Médio (1ª a 3ª Série)
    Manhã: 7h às 14h

Observação: A reunião com os pais será marcada posteriormente pelos Orientadores.

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Ensino Médio

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